TIPOS DE ORAÇÕES

Adoração
            Somente a Deus. É nossa atitude de total submissão ao criador. Onde demonstramos total respeito, admiração a sua pessoa amando-o com todas as nossas forças.

Nós, católicos quando admiramos Nossa Senhora e os Santos, fazemos isso, somente numa atitude de respeito e reconhecimento de suas virtudes. Esta atitude de respeito e reconhecimento de suas virtudes, nós chamamos de veneração, pois a adoração que fazemos se dá somente diante de Deus.

Louvor
            Aqui enaltecemos e exaltamos Deus pela sua bondade, misericórdia e o louvamos vendo sua grandeza na natureza e nas suas criaturas.

 

Súplica – Rogo – Prece – Pedido ou Petição
            Consiste num pedir insistente e confiante a Deus, mas com muita humildade.

 

 

Intercessão
            Quanto recorremos a Nossa Senhora e aos Santos e Santas para pedir a nosso favor a Deus ou quando pedimos a Deus por outra pessoa.

 

 

Agradecimento ou ação de Graças
            Quando ao invés de pedir nos colocamos diante de Deus agradecendo por toda a sua bondade e por tudo que ele realiza em nossas vidas e no mundo. Agradecemos ao Dom da vida, as maravilhas manifestadas em nós mesmos e nos outros.
Na ação de Graças propriamente dita, agradecemos as graças recebidas de Deus durante o ano ou em outras circunstâncias.

Expiação
            Pedir para que Deus perdoe nossas faltas, nossos pecados.
Num rito pode acontecer através do sacrifício (como no antigo testamento ou primeiro testamento) pela remissão dos pecados.

Benção
                Tem o sentido de algo que recebe de Deus como um presente, por isso a oração da benção nos abençoa concedendo a graça de Deus e sua proteção

 


Conclusão:
                É claro que além dos tipos mencionadas acima, podemos também falar de oração de consagração, de entrega, de arrependimento, etc.
A classificação apresentada aqui não esgota as possibilidades humanas de criar tipos novos de rezar. Ainda mais que se trata de uma classificação pequena e bem resumida. O mais importante não está em classificar tipos e sim fazer da nossa oração um momento de comunhão com o criador seja qual for o tipo de oração que fizermos.

Referência Bibliográfica:
O texto foi tirado do livro: A Força da Oração, Mística e Espiritualidade de autoria de Pe. Emanuel Cordeiro Costa. Pagina 18-20. Fundação Biblioteca Nacional – Registro: 512.640 – Livro 971 Folha: 477.

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