O DOMÍNIO SOBRE O MAL


04 de fevereiro: 5º Domingo do Tempo Comum – (Evangelho de Marcos 1,29-39)

O texto de Marcos é composto de três pequenas cenas: na casa, no pátio e nas aldeias. Da sinagoga, de onde irradia a ideologia (cf. domingo passado), Jesus parte para a casa, lugar da intimidade e da convivência fraterna. A casa é também a comunidade dos disicpulos e discipulas.

Na casa, jesus encontra a sogra de Pedro prostrada pela febre e, estendendo a mão, levanta-a. imeiatamente a mulher se põe a servir os presentes. À porta, no pátio, levam doentes e endemoninhados para serem curados. Do lugar íntimo (casa), a paratica de Jesus torna-se pública a ação libertadora é oferecida a todos. Depois de um momento de oração ( no deserto) para recupar as forças, Jesus parte4 para as aldeias.

Com a força libertadora de sua palavra, Jesus vence as forças do mal que ameaçam a vida das pessoas no vários ambientes de convivencia. O evangelho de hoje aponta o caminho da evangelização: iniciando na casa, indo para a vizinhança e concluindo nas vilas e cidades.

Na casa, Jesus não hesita em tocar uma mulher doente. Ele lhe este a mão e a levanta. O toque, o abraço, é indispensavel para quem cuida dos doentes e debilitados. A primeira preocupação de toda ação evangelizadora deveria ser o necessitado mais proximo, na familia. A missao do discípulos e discípula de Jesus é estender a mão a quem necessita para torná-lo livre e, assim, também ele se fazer em servidor.

A missão de cada cristão, porém, não tem como limite o interior da casa ou da comunidade: precisa se estender aos vizinhos necessitados. Para isso, é essencial haver momentos de “deserto”, que proporcionem o cultivo da comunhão com Deus e renovem o vigor espiritual.

Com a energia renovada, fisica e espiritualmente, a missão pode se estender para além das fronteiras da casa e da vizinhança. Todo seguidor de Jesus deve ser um apaixonada pela vida, a exemplo do Mestre. Não podemos nos conformar com tanto sofrimento, dor e morte. Apatia e indiferença não podem tomar conta de nós. Afinal, somos ou não portadores de esperança para as pessoas mais fragilizadas.

 

Pe. Nilo Luza, ssp
Fonte: Folheto Litúrgico “O Domingo”, Ano LXXXVI, nº 6 – 5º domingo do Tempo Comum. Pagina 4, Paulus.

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