PreCognição – número 4 – Falsa PreCognição: Truque e Esperteza

 

Introdução
              O internauta que leu o artigo sobre PreCognição número 3 – Falsa PreCognição (PseudoPreCognição), verá que esse é sequência do outro. E na sequência procuro elucidar um pouco mais o assunto ampliando a explicação dos tópicos destacados no artigo anterior.

Truque 
            Uma pessoa profetiza sobre um acontecimento e ela mesmo, às escondidas, sorrateiramente, toma todas as providencias para cumprir a sua profecia. Ou seja, dá um jeito de fazer a profecia acontecer. Neste caso não se trata de PreCognição e sim de PseudoPreCognição. Pois aquele que adivinha criou as condições para garantir o resultado da adivinhação.
            Diferente da escola de parapsicologia do Sistema Grisa que não estuda a questão de falsas precognições, a escola de parapsicologia ligada ao Pe. Quevedo, sempre alerta para a possibilidade de truque e fraude quanto das averiguações dos fenômenos paranormais. Sobre Truques em relação a PreCognição o internauta querendo aprofundar o assunto leia a obra de Pe. Oscar Quevedo citada na bibliografia.

Esperteza
            Um exemplo de esperteza do adivinho é sobre predizer o sexo da criança que vai nascer:
            “Os pais consultam, confiados, esses ‘magos’. O ‘mago’ começa por inteirar-se astutamente do que os pais querem: menino? Prognostica então, com toda segurança, ‘menino’, mas no seu livro de registros escreve ‘menina’.  Nascida a criança, se é de fato menino, os pais convertem-se em propagandistas do ‘mago’.  Se, pelo contrário, é menina e vão reclamar, o ‘mago’ lhes apresenta o livro onde consta ‘menina’. Os pais, ante a segurança e fama do esperto ‘mago’ e a contundência da prova, lamentam o engano que padeceram e convertem-se em propagandista não menos incondicionais”. (QUEVEDO, 2003, p.220).
            Um outro exemplo:
            “Os pais consultam um ‘adivinho’ com relação à sobrevivência ou à morte do filho que está indo para a guerra.  O ‘adivinho’ responde por escrito a seguinte frase: ‘Iras, voltarás, jamais perecerás nas armas’.  Se o filho voltar vivo, o adivinho terá acertado; se morrer, bastará mudar sutilmente uma vírgula da frase, ficando assim: ‘Irás, voltarás jamais, perecerás nas armas’”.  (FILHO, 2003, p. 38).   
            O parapsicólogo, Pe. Quevedo dá outros exemplos em seu livro citado na bibliografia, porém alerta que “os grandes adivinhos recorrem (consciente ou inconscientemente) ao artificio de prognosticar com grande esperteza de estilo ambos os extremos contrários. Mas pode suceder, por inesperado que pareça, que resultem falsos ambos os prognósticos contrários”. (QUEVEDO, 2003, p.220-221).
            Em relação a Esperteza o internauta querendo aprofundar leia também a obra de Pe. Oscar Quevedo citada na bibliografia.


Conclusão
            Para não alongar esse artigo, na sequência, dos números seguintes, continuaremos falando das pseudoprecognições. E quais são essas pseudoprecognições? No artigo número 3 falei delas. É só você conferir neste mesmo site o artigo sobre PreCognição número 3 – Falsa PreCogniçao (PseudoPreCognição).

 

Referências Bibliográfica
QUEVEDO, Oscar G. A Face Oculta da Mente. 19ª edição. Edições Loyola, São Paulo – SP, 2003.

FRIDERICHS, Edivino Augusto. Panorama da Parapsicologia ao Alcance de Todos. 5ª edição. Edições Loyola, São Paulo – SP. 1997.
FILHO, Pe. Raimundo Elias. Mistério do Aquém e do Além à Luz da Parapsicologia. 2ª edição, Editora Paulus, São Paulo – SP, 2003.


Autor: Pe. Emanuel Cordeiro Costa

Parapsicólogo Clinico – SINPASC – 409.
Especialização – Lato Sensu em:
Orientação Parapsicológica Social e Institucional
Pela FAVI – Faculdade Vicentina – Curitiba – PR.
Psicoterapia Holística: Hipnose
Terapeuta Holístico Credenciado – CRT 48326
– Paroquia Cristo Libertador
Ipatinga – MG – 01/03/18

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