PreCognição – número 13: Exemplo relacionado a morte.


Introdução
           
No site Emana e Parapsicologia, como o internauta pode ver, apresento o assunto: PreCognição e Falsa PreCognição em diversos artigos. Porém, sucinto, mas procurando ser bem claro ao expô-los. Maior aprofundamento sugiro a leitura da Obra: A Face Oculta da Mente citada na Bibliografia.
            Em relação a conceituação e explicação do que seja PreCognição, sugiro a você internauta leia os artigos publicados neste site sobre o tema: artigos de números 1e 2. E diretamente relacionado ao tema que é Falsa PreCognição, leia o artigo de número 3.


Literatura sobre o assunto

            No livro a Face Oculta da Mente, o parapsicólogo Pe. Oscar Quevedo trata de maneira exaustiva este assunto e outros. Especialmente nos capítulos 16 e 17 ele fala das Falsas PreCognições, ou seja, Pseudoprecognições. No capítulo 18 trata das PreCognições, porém problematizando e aprofundando o assunto. No capítulo 19 o tema é mostrado, dentro dos limites de tempo espaço. Não só exatamente a PreCognição, mas todo fenômeno de conhecimento Extra-Sensorial.


PreCognição
            A PreCognição é o Conhecimento do futuro e como temos apresentado o assunto aqui na visão da escola de parapsicologia ligada ao Pe. Quevedo, esta escola faz questão de sempre ressaltar que a PreCognição autentica é sempre um Conhecimento Extra-Sensorial. Como existem vários casos de aparentes precognições, pois neles o que ocorre são conhecimentos sensoriais levando a entender Extra-Sensorial, como na Hiperestesia. Sem falar em truques, e Outros Fenômenos que são aparentes PreCognições e não autentica PreCognição.


Exemplo Abraham Lincoln

            Neste exemplo Pe. Edivino diz que é um caso bem comprovado de autentica PreCognição. Um caso que se deu com o Presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln no século XIX.
            “A 23 de março de 1865, Lincoln convidou alguns amigos para um jantar na Casa Branca. Como no dia Anterior, o Presidente dava a impressão de muito sério e calado, como se andasse profundamente preocupado. Os convidados o notaram, mas por delicadeza, não ousaram indagar da causa. De repente Lincoln, quebrando o silêncio, prorrompeu nestas palavras: ‘Sonhei coisa horrível, o que não me dá sossego, estou sempre a pensar nisso’! E com voz baixa, por vezes embargada contou aos amigos: Há dois dias fui para a cama bem tarde, de noite, e meio morto de cansaço adormeci logo. Durante a noite sonhei, que ao meu redor reinava um silêncio de túmulo e que se ouviam apenas os soluços de muitas pessoas chorando. Impressionado, levantei-me, desci a escadaria que dá para a sala de reuniões na Casa Branca. Também lá ouvi soluços e choros, mas não consegui ver ninguém. Apavorado, atravessei diversas salas até chegar a um recinto, cuja janela dava para leste. Soldados faziam guarda de honra ao redor de um sarcófago. Aproximei-me e verifiquei que estava aberto e rodeado de pessoas que choravam inconsolavelmente. E à minha pergunta: ‘mas quem morreu na Casa Branca’? Alguém respondeu: ‘O Presidente foi assassinado’! Após essas palavras acordei todo banhado em suor’.
            Os amigos queriam consolar o Presidente, mas ele continuou sempre preocupado. Chegou o dia 14 de abril. Naquela noite Lincoln, acompanhado de sua esposa, foi ao Teatro Ford. O lugar de honra do Presidente achava-se guardado por um polícia secreta. Apagaram-se as luzes e o espetáculo começou. De repente um tiro ecoa pela sala. Gritos de pavor e consternação reboam pelo auditório. Todos os olhares convergem para o camarote do Presidente, que caiu mortalmente ferido por uma mortífera bala. O assassino, um fanático opositor político do Presidente, procurou fugir, mais foi logo preso…
            No dia seguinte também se cumpriu à risca tudo o que Lincoln tinha sonhado três semanas antes: ‘No quarto situado a leste da Casa Branca jazia o cadáver do Presidente morto, em câmara ardente, dentro de um sarcófago aberto, circundado por uma multidão em prantos’”. (FRIDERICHS, 1997, p. 71-72)


Relacionada a acontecimentos fortes e emocionantes
            No artigo aqui publicado de Sobre PreCognição número 1, deixo claro que normalmente a PreCognição está relacionada a acontecimentos fortes emocionantes.Nos estudos, pesquisas feitas de casos de PreCognição vê-se que elas são mais fáceis e frequentes de acontecerem quando se relacionam a fatos muito fortes emocionalmente, como acontecimentos trágicos, suicídios, brigas, mortes, acidentes, terremotos. O Exemplo deste artigo se insere neste contexto. A PreCognição se relaciona também com emoções fortes de maneira positiva…. No entanto, há PreGonições também de acontecimentos de pouco destaque, de pouca importância.  


PreCognição – relacionada ao sonho e outras circunstâncias especiais.
            A PreCognição muitas vezes ocorre através dos chamados sonhos Precognitivos e em outros casos não. Neste artigo de número 13 o exemplo apresentado está relacionado ao sonho.

            A PreCognição costuma surgir em outras circunstâncias especiais fora do sono como em delírios causados pela febre, estado alterados de consciência, etc.


Conclusão

            Neste artigo mostrei este exemplo de uma pessoa famosa, que é autentica PreCognição, segundo o parapsicólogo Pe. Edvino, pois trata-se de caso estudado exaustivamente, excluindo outras possibilidades de explicações, especialmente as ligadas aos sentidos normalmente conhecidos. A PreCognição é um conhecimento Extra-Sensorial. Um sonho precognitivo, com uma extraordinária riqueza de indicações concretas. Com isso excluindo algumas objeções que possam colocar em cheque a autenticidade da PreCognição.
            Espero que mais um artigo possa ter ajudado o internauta a ter um Conhecimento melhor da PreCognição.


Referências Bibliográfica

QUEVEDO, Oscar G. A Face Oculta da Mente. 19ª edição. Edições Loyola, São Paulo – SP, 2003.

FRIDERICHS, Edivino Augusto. Panorama da Parapsicologia ao Alcance de Todos. 5ª edição. Edições Loyola, São Paulo – SP. 1997.
FILHO, Pe. Raimundo Elias. Mistério do Aquém e do Além à Luz da Parapsicologia. 2ª edição, Editora Paulus, São Paulo – SP, 2003.
 

Autor: Pe. Emanuel Cordeiro Costa
Parapsicólogo Clínico – SINPASC – 409.
Especialização – Lato Sensu em:
Orientação Parapsicológica Social e Institucional
Pela FAVI – Faculdade Vicentina – Curitiba – PR.
– Psicoterapia Holística: Hipnose –
Terapeuta Holístico Credenciado – CRT 48326
– Paroquia Cristo Libertador
Ipatinga – MG – 08/04/18

2 comentários em “PreCognição – número 13: Exemplo relacionado a morte.

  • 9 de abril de 2018 em 15:03
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    Bom dia, amigo e pastor. Gostei muito deste seu artigo sobre a precognição. Sempre fui curioso sobre a Parapsicologia e seus fenômenos. Já li alguns artigos e livros do Padre Oscar Quevedo, até participei de um encontro com uma Mestra (infelizmente não me lembro do nome) da Escola de Parapsicologia do Padre Quevedo quando um dia estiveram em Itabira. Parabéns pela iniciativa de ajudar seu rebanho a lidar com os fenômenos do “aquém túmulo”. Deus o abençoe sempre! Fraterno abraço

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    • 10 de abril de 2018 em 02:41
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      Obrigado. Bom ter retorno e saber que o artigo ajudou-o na compreensão do fenômeno. Deus o abençoe e aos seus. Um abraço fraterno.

      Resposta

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